Extremamente Tênue

Pintura, desenho, fotografia e poesia…

Orvalho

Na rudeza da minha alma
Ansiosa e deslocada
Vivo num presente estático.
Enveredo-me pelos mais insólitos caminhos,
Pelas mais lânguidas perspectivas
Para não ter que recusar este momento.
As janelas inundam-se
E, imóvel, sinto-as escorrer.
A brisa me beija, mas as marcas ficam.
O estigma me consome.
 
Fabiana Alves
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12 de fevereiro de 2010 - Posted by | Cálices

2 Comentários »

  1. Como já lhe disse, acho que esse poema é dos melhores, mais comoventes que você já fez e que já li. Muito bom.
    Beijos e beijos,

    Comentário por Rodrigo | 12 de fevereiro de 2010 | Responder

    • Mais uma vez muito obrigada, meu amor! Saiba que você tem grande culpa nisso!
      beijo com amor!

      Comentário por fabiepintura | 13 de fevereiro de 2010 | Responder


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